terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

"é impossível viver só sorrindo..."

  É bom ter amigos. Me considero um bom colecionador de amizades acredito que os amigos que tenho são os melhores que alguém poderia ter. Sabe aqueles amigos que você considera como chão, como base, como estrutura? Pois bem, os meu amigos são desses. São aqueles amigos que tenho liberdade de ligar de madrugada e chorar ou rir ou ainda chorar de rir sem sem me preocupar em estar importunando. Alguns amigos de longa data outros mais recentes porém todos de confiança. Amigo amigo mesmo, não colegas... Não é todo mundo que te abraça e beija ou mesmo afirma que te ama merece o título de amigo.
  Provavelmente eu devo estar parecendo meio redundante mas o meu objetivo é realmente enfatizar que tenho bons amigos mas independente disso existem momentos em que me sinto só. A verdade é que por melhor que sejam os amigos é improvável que estejam presentes em todos os momentos em que eu precisaria deles e mesmo que a idéia de estar só em algum momento da vida não seja agradável é uma possibilidade que um dia iremos ter de enfrentar... O que fazer então quando o alicerce que são os nossos bons e verdadeiras amigos não estiverem ao nosso lado em algum momento em que se façam necessários? Eu acredito em Deus. Tem pessoas que não acreditam e eu respeito, cada um tem o direito de acreditar no que quiser e crer ou não em Deus não torna uma pessoa melhor ou pior. Também não acredito que religião leve alguém à algum lugar mas não posso deixar de dizer: eu acredito em Deus. E nesses momentos difíceis em que não tenho a quem recorrer é a Ele que eu recorro. E aquelas coisas que parecem impossíveis? É a Ele que eu peço. Aí você me pergunta: " da certo?".
  Bom, não estou escrevendo aqui atoa né?! Já algum tempo eu tenho colocado isso em prática e tem dado certo. Acreditar em Deus tem sido algo bom para mim e se algo me faz bem, eu o desejo  para aqueles que eu gosto porque eu os quero bem. E pq parar com os que eu gosto? É muito facíl querer o bem só daqueles que gostamos. Encontrei um bom amigo e muito me alegra poder apresenta-lo.

Grande abraço.

sábado, 28 de janeiro de 2012

  Detesto esse lance de subjetividade.  O que há de tão legal em dar margem para outras interpretações? Não é tão mais difícil andar num caminho escuro em que não se tem certeza de onde está pisando? A verdade é que eu nunca fui bom nesse jogo... Nunca fui bom em pescar o que era deixado no ar e as vezes por entender errado acabei estragando tudo. É difícil me ouvir admitindo que tenho falhas mas acredito que admitir os erros faz parte do amadurecimento e de certa forma, é o  primeiro passo a ser dado para recomeçar. A subjetividade é algo que me confunde especialmente quando ligada a indecisão. Quando atitudes contra-dizem palavras no que devemos acreditar?
  Acredito que assim como eu, todas as pessoas tem algo que não tenham coragem de falar. Existem ainda pessoas com que você não tem coragem de falar verdades. Aquelas pessoas que você não tem coragem de se abrir, de expor o que sente ou mesmo o que não sente... Todo mundo concorda na dificuldade de uma pessoa assumir a outra que possui sentimentos mas uma coisa talvez mais difícil seria explicar a não existência de reciprosidade. Talvez quebrar as expectativas de uma pessoa seja mais difícil que a possibilidade de quebrar as suas, então, para não sentir-se c
  As pessoas com medo de se magoar pegaram o habito de  expressar sentimentos de forma subjetiva. Dessa forma elas podem deixam transparecer o que sentem ou mesmo o que não sentem e fica a cargo dos outros descobrir ou não. É uma boa forma de querer se aliviar de responsabilidades. O problema é que com isso muitas vezes se perdem muitas oportunidades. As vezes portas se fecham e você se pergunta depois porque permitiu que aquele momento escapasse. Não há nada pior do que se arrepender por algo que você não fez. Se arrepender de não ter tentado, não ter arriscado ou ainda por palavras não ditas e abraços não dados... Se arrepender por ter deixado aquela oportunidade que você tanto esperou ir embora tão facilmente.
  Eu realmente detesto esse lance de subjetividade. As pessoas deveriam ir direto ao que interessa. Sem medo de errar, ou ser rejeitado ou ainda mal entendido. O medo de errar na maioria das vezes é o que separa as pessoas dos seus sonhos/objetivos. Pense nisso.